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15 de mai. de 2012

Nas Garras do Destino

Olá a todos, como já faz um tempo que não dou as caras por aqui, decidi falar de um Anime, coisa que deixei um pouco de lado no blog.

Antes de mais nada, quero agradecer a todos os meus amigos que me apoiaram e incentivaram a minha jornada em busca de uma publicação na Shonen Jump. Pois a todos vocês que de alguma forma demonstraram que torcem por mim, seja por meio de um simples(mas valioso) "gogo entrar na Jump!!" do Lucas Garibaldi, um grande poema (clique) dedicado a todos os desenhistas feito pelo meu velho amigo Caio S. Cordeiro (me incluindo na lista de homenagem), a incentivação da guria retardada que eu tanto amo mas não vejo há meses, e a todos que conversam comigo diariamente e sempre me desejam sorte, digo com orgulho que nosso projeto está rumando a passos vigorosos, e que se as coisas continuarem desta forma eu e Carlos conseguiremos sim publicar na Jump, então... obrigado, pois cada incentivo funciona como uma dose de combustível para que eu desenhe com mais gosto ainda. Aí vocês vão ter que me aguentar fazendo O mundo do autor 5,6,7,138...

Indo a postagem que é o que interessa agora.
A bola da vez será um dos maiores sucessos da Clamp.

                                                             xxxHOLiC




Holic é uma série de mangás que foi lançada praticamente de forma paralela a Tsubasa, da qual eu não vi ainda, ambas as historias se passam não apenas no mesmo mundo como também seus eventos são simultâneos, o que faz com que alguns personagens de ambas se misturem as vezes, porém isso acontece apenas com o mangá.

Watanuki Kimihiro é um rapaz sério e atrapalhado com cara de nerd que por algum motivo estranho consegue ver fantasmas e atraí-los com a mesma intensidade que um cara gordo e suado atrai zumbis durante uma infestação.
Durante o assédio de alguns espíritos inquietos, Watanuki acaba chegando em uma estranha residência, seguindo em direção a entrada sem exatamente saber porque suas pernas não obedecem a seu comando de dar meia volta e cair fora.
Mais tarde vem a descobrir que o lugar se trata de uma loja, sua proprietária Ichihara Yuuko, é uma enigmática feiticeira, acompanhada por suas ajudantes gêmeas Maru e Moro a mulher barganha a sorte e o destino de outras pessoas que assim como Watanuki entram no estabelecimento sem nem ao menos saber para onde estão indo.
De forma quase que obrigatória, Watanuki acaba barganhando com Yuuko seu dom de enxergar espíritos em troca de serviços para a proprietária até que isto equivalha a um preço equivalente.
A cada dia que passa na vida do jovem estudante desde então, coisas bizarras e curiosas começam a acontecer, cada cliente que entra na loja traz consigo algum tipo de cina, dom ou maldição do qual é resolvido no final de forma simples ou até mesmo levando o indivíduo a morte. Aos poucos, outros personagens relacionados a Watanuki começam a entrar na trama, como o distraído Shizuka Doumeki, do qual o jovem nutre rivalidade e seu interesse amoroso Himawari Kunogi, estes dois são do mesmo colégio que o protagonista e exercem funções espirituais importantes no decorrer ha historia.
Não poderia falar de uma obra da Clamp sem falar do Mokona, pois é em Holic, além de referências a outros mangás da série como Chobits ou X1999, este bicho estranho pelo qual as Otomes piram também participa do elenco principal, fazendo uma ligação com o Mokona de Tsubasa, fora isto ele é chatinho e barulhento, porém não tem uma voz irritante, o que o torna aceitável e as vezes até mesmo engraçado.

Com uma arte ousada que beira o abstrato e faz os personagens parecerem manequins vivos, Holic chama a atenção exatamente por todos os detalhes visuais, que na minha opinião são o grande charme do desenho (se você é daquelas pessoas que ficam de mimimi dizendo que Anime não é desenho, saiba que está tentando se convencer de algo tão controverso quanto a velha historia de que peixe não é carne). É engraçado ver que enquanto tantos Animes começam a incluir 3D conforme o tempo avança, Holic usa o 2D de forma criativa e extremamente a seu favor (não tanto quanto South Park, claro) para que fique mais semelhante ao traçado do Mangá.
Yuuko a esquerda
Enma Ai a direita
A abordagem da trama realmente é diferenciada de muitas outras que já vi, centrando em crendices e lendas antigas orientais sem apelar para o exagero ou sem ter que desviar a proposta que o ambiente retratado oferece. Nesse caso, assim como Jigoku Shoujo, Holic é mais um destes Animes que assistimos e não conseguimos mais parar mesmo que seus acontecimentos (pelo menos no início) pareçam isolados. Aliás por falar em Jigoku Shoujo... foi só eu que percebi que a Yuuko parece uma versão adulta da Enma Ai?


Holic também conta com um elemento muito bem vindo que é o humor, porém é um humor um tanto quanto diferente, sendo que ele se sustenta mais para o lado do protagonista Watanuki, que, como foi dito antes é um cara muito atrapalhado e ainda por cima azarado (seu azar tem uma explicação, porém não vou dá-la), então podemos esperar cenas engraçadas que surgem de seus encontros com espíritos, sua forma desengonçada de se mover quando está nervoso ou até mesmo sua ótima dublagem oriental cheia de balbuciados e os mais variados sons de frustração, no entanto eu não sei como é Holic dublado portanto não posso dizer se o desenho perdeu ou não este detalhe na versão brasileira.

A trilha sonora é muito boa, cumpre perfeitamente bem seu papel e consegue fazer um clima mudar rapidamente de humor para tensão e quem sabe até mesmo terror, a abertura da primeira parte é uma das melhores que já vi, tendo uma musica muito viciante e divertida chamada 19sai(juu-kyuu-sai).

O mangá de Holic (ou xxxHOLiC, ou não vi porque manter os xizes durante o post) teve apenas uma unica sequencia, seu título teve uma leve mudança depois de um certo volume porém voltou a ser o que era mais tarde e terminando junto de Tsubasa, o anime foi duvidido em duas temporadas, a primeira xxxHOLiC e a segunda xxxHOLiC Kei, ambas vieram antes de um filme de estréia chamado Sonho de uma Noite de Verão.

Para encerrar a postagem deixo a já mencionada abertura da série, espero que tenham gostado. Até a próxima.

4 de mai. de 2012

O Mundo do Autor Pt.3

Olá mais uma vez leitores!!!
Recentemente aconteceu algo realmente doido aqui comigo que praticamente me obrigou a escrever o mundo do autor 3.

Um camarada chamado Carlos entrou em contato comigo para tratar de assuntos sobre Mangás, me disse que era roteirista e que precisava de um desenhista. Eu fiquei feliz é claro, afinal de contas sempre é bom trabalhar em projetos novos, no entanto a coisa era mais abrangente do que fazer um simples fanzine... porque havia uma chance de ENTRAR PARA A SHONEN JUMP!! Só isso...
O roteiro do Mangá escrito por Carlos teve uma boa recepção por parte da editora, o que abriu portas para que ele conseguisse uma publicação, no entanto, o desenhista que o acompanhava Fábio, tinha outros assuntos a tratar e não botava tanta fé que iriam conseguir um espaço na Jump. Depois disso Carlos conseguiu um outro desenhista do qual não lembro o nome, que, por morar longe demais e não ter um ritmo dinâmico foi logo descartado. Eu sou o terceiro a tentar e provavelmente a ficar até o fim, pois não tenho motivos para desistir, na verdade estou muito perto de realizar um sonho.


Tale Of The Grim Reaper será a bola da vez, o que me obriga a engavetar o Trick, mas não importa, vou manter uma promessa que fiz um dia de conseguir publicar pelo menos o primeiro capítulo do meu mangá, mesmo que demore, isso na verdade é bom, pois ganho mais experiencia ao longo dessa jornada.
Ainda tenho que me acostumar a desenhar os personagens dessa historia, gostei muito de cada um deles e acho que isto não será difícil.

Lembrando que nossa chance ainda é pequena, a garantia de uma publicação é bem rasa, no entanto ainda é uma chance que não pode ser desperdiçada e eu vou fazer de tudo para que dê tudo certo.

Por algum motivo estranho a postagem antiga que fiz sobre Bakuman agora começa a me vir a mente...quando a escrevi tinha esperanças de me tornar um profissional um dia. A chance chegou, eu posso agarrar, e quem sabe eu possa vencer...

A postagem desta vez foi apenas uma notícia, quem lê o Guardião peço que torça por mim e pelo Carlos, eu não vou sumir daqui e nem diminuir a qualidade dos posts, só vou jogar menos games, o que já é alguma diferença.

Para quem quiser ter uma ideia de como será o nosso futuro Mangá e candidato a vaga na Jump semanal, é só clicar neste link: http://taleofthegrimreaper.blogspot.com.br/ o blog foi idealizado pelo primeiro desenhista, por isso a arte diferente da minha.

Até.

3 de mai. de 2012

O Inverno está mais perto do que nunca...

   Game Of Thrones não é mais novidade para ninguém, com ambas as séries e os livros  bem sucedidos e  aceitados pelo público e pela crítica, a popularidade dessa saga cresce cada vez mais. 
   Bem, o motivo deste post? Dizer minha opinião na parte psicológica da série. Para quem não conhece, As crônicas de fogo e gelo é uma saga de aventura/drama épica escrita por George R. R. Martin. Basicamente a história se passa em Westeros, onde várias famílias disputam o trono de ferro (que controla os sete reinos) para sobreviver ao longo inverno que se aproxima que pode durar até décadas.



   Muitos comparam essa saga com a do senhor dos anéis, afirmando até que ela é melhor (eu acho impossível comparar porque os livros foram escritos em épocas completamente diferentes e Game Of Thrones trata de um assunto muito mais adulto e delicado do que senhor dos anéis.). Isso provavelmente pelo fato de ambas as histórias se passarem em um reino imaginário numa época medieval. Pois bem, o interessante dessa saga é o fato dela possuir uma variedade vasta de personagens muito bem explorados psicologicamente, muitos deles possuindo suas próprias ambições e fortes personalidades. O motivo de Game Of Thrones ser uma história mais direcionada para o público adulto é por tratar de assuntos que até podem ser considerados taboos, como incesto e muitos outros tópicos delicados. Obviamente isso trouxe muitas reclamações para George. Ainda mais pelo fato de Daenerys, umas das principais personagens, ter engravidado com apenas 13 anos. Ainda mais pelo os atos sexuais serem narrados sem frescura nenhuma se me permitem o termo. George explicou tudo isso dizendo que queria aproximar sua história o máximo possível da "nossa" época medieval, em que as meninas era consideradas preparadas para os atos sexuais após suas primeiras menstruações. Não apenas esses, mas também muitos outros assuntos incluindo até mesmos, questões raciais.




Traição também é um assunto muito abordado na série e George faz questão de deixar a história mais parecida com a realidade, te lembrando do fato de que ninguém é imortal. Não estou dizendo que todo mundo morre, mas não aconselho a ninguém se apegar a algum personagem. Nos livros, a narração varia de personagem em cada capítulo, narrando a história paralelamente, o que te dá a sensação de estar mais "por dentro" e entender o que está acontecendo na visão de cada um. É exatamente por causa disso que você pode mudar sua opinião sobre algum personagem a qualquer momento. George também é um excelente escritor que sabe muito bem descrever as cenas, mas de um modo que prenda você a leitura, diferente do livro do senhor dos anéis no qual Tolkien descreve tanto que fica até cansativo. Mas não estou aqui para fazer comparações. 


   No momento, Martin está está escrevendo o sexto livro de sete "The Winds Of Winter" e a série se encontra na segunda temporada. O seriado também é uma excelente pedida para que não curte muito uma leitura. Com um elenco e atuações impecáveis, os episódios de 50 min. à uma 1 hora cada, descrevem perfeitamente o mundo de Westeros e suas histórias, com maravilhosos cenários, (exatamente do modo que você imagina quando está lendo os livros), ótimos efeitos especias e cenas de ação divertidíssimas. Não é a toa que George R. R. Martin é um considerado o mestre da literatura fantástica atualmente.





2 de mai. de 2012

Amnesia... um conto de horror feito para você

Yooooooooooohhhhhhh!!!! leitores! Depois de um século estou de volta para descongelar o blog e trazer mais uma inusitada análise sobre um jogo!

Como eu só faço análises sobre coisas que me tiram muito a atenção, de vez m quando eu posto algo sobre um jogo aqui.
A bola da vez é um game que me deixa boquiaberto toda vez que penso em como seu sistema funciona e seu dever é bem cumprido quando mais um jogador corre em direção ao interruptor para acender a luz ofegante e trêmulo, mas mesmo assim satisfeito.



Você tem ou já teve medo do escuro?

Imagine um jogo do qual sua lanterna tem um limite de tempo para ficar acesa, depois disso é necessário trocar seu óleo para voltar a usá-la, os esqueiros são limitados e acendem poucas velas e tochas em volta, caso eles acabem... diferente de Silent Hill... você vai ficar em plena escuridão, tendo que tatear as cegas em busca de luz e deixando de lado sua missão e total atenção a trama da historia, correndo o risco de cair nas mãos de um dos vários monstrengos que vagam atrás de você.


Uma breve introdução a historia:
O jogador incorpora Daniel, um rapaz inglês que acorda com amnésia em um castelo sombrio e perturbador, depois de jogar por alguns minutos, descobre-se que Daniel escreveu uma carta para ele mesmo antes de perder a memória, explicando que seu dever é descer até a parte mais funda do castelo e matar um velho senhor responsável por algo macabro e terrível, a carta termina advertindo sobre a presença de uma "sombra" que persegue Daniel e quer matá-lo a todo custo.
A medida que se joga Amnesia, a trama vai sendo contada através de pequenas cartas, diários que são encontrados e breves flashes de memória tidos pelo protagonista.

Basicamente falando, isto é a historia de Amnesia, porém, quanto mais o jogador vai descobrindo sobre ela, mais interessante vai ficando, pois ainda resta saber afinal de contas quem é Daniel e por que ele tem que matar o dono do castelo.

Agora tratando a parte mais marcante do jogo.
Quando jogamos Resident Evil 3 queremos encontrar o Nemesis, afinal de contas ele da medo mas é muito alucinante fugir dele, sem falar que o visual da criatura é muito bacana, o mesmo acontece com o Silent Hill 2, quando encontramos o Pyramid Head. Mas no caso de Amnesia, até mesmo uma oração é bem vinda para que não nos topemos com um Buscador (criatura bizarra que persegue Daniel), pois não temos armas para lidar com a criatura.
Tá enxergando alguma coisa?
   É assim que você enxerga a maior parte do jogo
Os únicos procedimentos que podem ser usados são esconder-se em local escuro e não fazer barulho até que o desgraçado vá embora. E é nesse momento que o sistema do jogo mostra suas cartas pois... se Daniel ficar no escuro por muito tempo ele fica insano! Logo, vai o jogador se borrando de medo ascender todas as luzes das tochas e velas pra deixar o local bem visível, e quando ele abre ema porta qualquer e se depara com o ser que não poupa esforços e corre atrás até o ponto de destruir portas para pegá-lo, ele não tem lugar para se esconder, pois tudo está iluminado... agora é só se encolher em um canto enquanto espera para ser retalhado.

O mais interessante nisso tudo é que os monstros são apenas um detalhe, pois o jogo não te deixa descansar nem por um segundo, se você fica em um lugar iluminado por muito tempo, o jogo para e você percebe que não vale a pena, se você fica com a lanterna acesa apenas porque está com medo, o óleo dela pode acabar no momento em que mais precisa mais tarde, se você ficar no escuro por muito tempo, a mente de Daniel começa a ficar deteriorada, e ai chegam os ruídos estranhos, rugidos animalescos, portas rangendo e o maldito ainda começa a ficar ofegante e a fazer barulho, atraindo qualquer buscador que esteja por perto. A trilha sonora não para nem um segundo, e se parar, pode ter certeza de que ela vai continuar a qualquer momento em um ritmo mais agonizante, as músicas variam de ruídos que seguem em loop, arranjos sombrios de corais e um som frenético de quando um monstro está correndo atrás de você.

A impressão de que você nunca mais vai ver a luz do dia novamente e que está claustrofóbicamente preso cada vez mais abaixo de um castelo corroído pelo tempo cheio de masmorras, câmaras de tortura e abatedouros é intensa.

Quando se começa Amnesia, a impressão que temos é que o jogo quer nos assustar a qualquer momento, o que causa um certo desapontamento, afinal de contas o início é até bem iluminado e raramente o personagem corre risco de vida, mas a cada porta que vamos abrindo a dificuldade vai aumentando, os quebra-cabeças não são difíceis, na verdade seriam até mesmo patéticos, se não fosse o fato de que você precisa reunir coragem para andar de um lado para o outro pra encontrar chaves e itens, e na hora de montá-los termos que ficar olhando em volta porqu a sensação de estar sendo vigiado permanece o game todo.

Terminando o que tenho para falar de Amnésia, o jogo tem gráficos bem simples que chegam a ser fracos em certos momentos, mas isso não influencia em nada e só quem já jogou sabe disso. Algumas pessoas disseram que acharam o jogo fraco, eu as desafio a jogarem depois da tão comentada e rápida "fase da água" e manterem o mesmo ritmo que tinham no começo.
Eu não o recomendo para pessoas que sentem medo fácil, pessoas de coração frágil e cagões (mesmo que eu tenha me assustado fácil, com meu coação quase doendo e me borrando de medo).

Deixo abaixo um Gameplay com algumas partes bizarras.

Clique no ícone do YouTube no canto do player e veja em tela cheia com a luz apagada, só pra sentir uma pitada do que o jogo passa.

                                         Ignorem as brincadeiras WTF do sujeito... 

16 de abr. de 2012

O Mundo do Autor Pt. 2

De volta e em frente com a continuação de uma postagem, se você não leu O Mundo do Autor Pt. 1 (o que não faz tanta diferença, já que esse assunto é diferente) clique aqui.

Depois de um certo tempo desenhando meu Mangá em folhas físicas, eu senti uma enorme vontade de finalizá-lo de uma vez por todas, pois esta seria a quarta ou quinta vez que o refaço, fico tão farto disso as vezes que tenho vontade de chamar esta versão de Trick 3.0.

Mas o que importa é que estou fazendo tudo DE NOVO no PC, com a diferença que agora as páginas estão sendo completamente finalizadas (com balões, retículas e cenários prontos) e prontas para serem lidas. Até agora estou com 16 terminadas e no final da postagem vou deixar o link para lê-las online.

Esperem futuramente um outro Blog ou Site apenas focado na HQ, no entanto estou pensando em um Site mais robusto e por isso não sei se vou contar com o Blogger ou Sites em Flash mas sim com algo feito no Dreamweaver e hospedado em algum lugar por aí.

Acho que nada melhor agora do que uma introdução ao meu trabalho aqui.
éééé... que vergonha, Ifritt...
Trick narra a historia de uma terra semelhante a nossa, com a pequena diferença de que 80% do mundo ainda é selvagem e as pessoas se abrigam em grandes cidades cercadas por muros colossais. Se o mundo do lado de fora é assustador por causa das criaturas violentas que o habitam, do lado de dentro da civilização o sistema é opressor e mal-desenvolvido, levando pessoas a se tornarem submissas ao controle religioso que se mistura ao político. 
Axel Lancelott é um rapaz que herdou o dom do qual a Igreja lutou durante 450 anos para eliminar: o poder de controlar forças naturais e espirituais através de Mana, em outras palavras, magia.
Vítima de uma maldição raríssima, o garoto ainda corre extremo perigo ao se deparar com o último membro dos temidos guerreiros assassinos de magos treinados pelo rei conhecidos como Royal Knights. Agora, com sua vida ameaçada e seus planos futuros comprometidos, Axel precisa descobrir um modo de sobreviver do lado de fora dos muros, assim como já fazia no passado junto de sua adorada e massacrada família, cuja as pistas do assassinato levam a seu desaparecido avô Jach B. Lancelott, portador de diversas respostas sobre o passado se sua família.


A historia passou por várias mudanças desde de quando a criei em 2009, ganhando e perdendo detalhes que faziam uma boa diferença, no entanto, por se tratar de uma HQ a trama não fica apenas linear como em um filme, o que me da a vantagem de poder explorar cada personagem e faze-lo crescer junto com a historia.
Quando comecei a pensar na primeira versão desse Mangá, ele era sobre magica e não sobre magia, daí o título meio que inspirado nos "truques" que os mágicos fazem. A ideia era promissora, porém não me senti tão bem desenhando aquilo pois queria falar de magia. E... apenas constando... se eu encontrasse estas folhas hoje e tivesse como escaneá-las com certeza iria preferir comê-las do que postar em público... meu traçado... como eu desenhava daquele jeito!!?  Exijo cada vez mais dos meus desenhos e acho que nunca vou me considerar tão bom quanto gostaria de ser... mas aquilo...

Como o Axel é o único personagem que vai receber destaque no primeiro volume, é sobre ele que quero falar um pouco.
Ele foi uma das coisas que menos mudaram com as "atualizações" que tenho feito no meu projeto. A princípio eu queria um personagem durão com pinta de roqueiro que simplesmente passasse por uma historia meio confusa e pronto. Mas como o tempo passa depressa e eu fui percebendo que ele merecia um destaque maior comecei a reimaginá-lo, e foi quando percebi que adorava o jeitão que ia tomando.
O Lancelott que aparece na imagem aí de cima é uma versão de 14 anos que deveria ser a oficial da trama, mas como personagens muito jovens pipocam em mangás tanto antigos quanto atuais, decidi apenas fazer uma introdução usando essa versão dele, já que na maior parte do tempo Axel será mostrado com 19 anos.
Seu temperamento foi deixando de ser durão para se tornar agressivo e meio irracional, assim como um lobo  selvagem perdido em um espaço urbano.
Quanto a magia... bom eu nunca quis que Lancelott fosse um prodígio, na verdade longe disso, em todas as versões da historia Axel usa seus poderes apenas quando é muito necessário, mesmo que a trama me obrigue a colocar mais combates com o passar do tempo, fãs de lutas de Mangá colossais que destroem penhascos e montanhas poderão ficar decepcionados com a desenvoltura dos combates.


Levando em conta agora a ambientização da HQ, quem está acostumado com um universo no estilo Final Fantasy que mistura tecnologia e cidades enormes com locais inexplorados e feras mitológicas pode se sentir confortado, mesmo que a tecnologia mostrada aqui não seja muito maior que a nossa. Uma característica de FF que tive de manter, tanto pelo lado "climático" da coisa quanto por estilização é o fato de que todo mundo anda armado na rua, variando desde uma espada longa até uma shotgun pois as diferenças lá são resolvidas na base do cacete, mesmo porque, as cidades não são totalmente seguras.

Longe de querer comprometer minha criação, não vou escrever mais nada que não possa ser percebido com o passar da historia em si. Talvez este seja um dos posts mais curtos que já escrevi, mas não era de se esperar tanto de uma referência paralela ao que realmente importa.

Eu deixei as primeiras 16 páginas hospedadas na biblioteca virtual Issuu, se você tiver uma conta lá é só clicar no link direto e fazer login.

Se já tem conta na Issuu apenas clique para chegar lá. (Tive uns problemas na hora de atualizar essa droga... desculpem mas a pagina foi removida, então nem se de ao trabalho de clicar, o jeito é esperar mesmo)

E para quem quer ler e precisa de uma conta eu deixo o link da página de cadastro, você pode se conectar direto do Facebook também apenas clicando no ícone do lado de First Name.

Para se cadastrar clique aqui (é de graça)

Então leitores... tenho esperanças de que gostem desta introdução, as páginas demoram um pouco para ficarem prontas, mas assim que tiver os primeiros capítulos completos disponibilizo para download.
Torçam pelo meu progresso ^^.

7 de abr. de 2012

Aliens e Predadores, a Deturpação das duas Raças

Olá a todos. Quero falar de um assunto mais variado hoje, sem me centrar necessariamente em uma obra específica.

Hoje vou fazer uma análise geral sobre as fatalidades cinematográficas que foram transformando meus dois alienígenas favoritos em jogadas furadas de marketing.

Para quem também gosta destes dois ícones de poder da 20th Century Fox, sabe que o que menos sofreu com o tempo foi o Predador, mas o Alien... bom... o Alien agora é digno de pena, e é por isso que vou falar dele depois, já que vai levar a maior parte da postagem.

Predador

O primeiro filme foi simplesmente sensacional, o protagonista Alan Dutch foi interpretado por Arnold Shwarzenegger em sua melhor forma. Dirigido por John McTiernan e roteirizado por Jim e John Thomas, a historia era simples mas interessante, mostrando os apuros de um pelotão de Boinas Verdes para sobreviver em uma floresta da América Central enquanto eram perseguidos por um monstrengo de outro planeta perito em caça e armado até os dentes com tecnologia muito mais avançada que a nossa.
Dutch então mostra pro caçador supremo quem é que manda e declara guerra contra o invasor, passando a fugir e a enganá-lo até que sua armadilha fique pronta para acabar de vez com o bicho. Claro que não foi tão fácil quanto parece, o Predador quase o trucidou.

Como disse antes, este personagem quase não foi deturpado, porém passou por seus maus bocados em certas bombas de Hollywood.
O segundo filme veio para o Brasil com o título de Predador 2: A Caçada Continua. Se no primeiro viamos uma espécie de Predador chamada de Jungle Hunter (caçador da selva), no segundo presenciávamos um City Hunter (caçador da cidade). O humano durão da vez era Danny Glover, e mesmo não sendo nem metade do que o personagem do Arnold era ainda conseguiu vencer o caçador, mesmo que de forma estranha e forçada.
O segundo filme não foi uma bomba, diferente do que todos pensavam na época, mesmo que não tenha chegado nem aos pés do primeiro. Porém, coisas novas foram mostradas, coisas da qual começaram a transformar a imagem do monstro em um ícone, elas eram: a nave de onde a criatura vinha, outros predadores (ideia de comunidade), a revelação de que eles caçam humanos e outras raças há milhares de anos e a mais marcante de todas que era um crânio de Xenomorfo (Alien) em seu quadro de troféus (crânios).

Com até então apenas dois filmes, o caçador das galáxias era um monstro querido por muitos adoradores de ficção científica, porém alvo de discussões sobre o fato de já ter matado Aliens, o que fazia uma dúvida crescer cada vez mais: quem era mais poderoso?
Vendo que daria um lucro avassalador, o primeiro Aliens vs Predator para maquinas de Arcade lançado pela Capcom em 1994 trazia em fabuloso jogo de ação no estilo Final Fight. Infelizmente apenas os jogos de tiro em primeira pessoa um pouco mais atuais conseguiram fazer frente ao sucesso do Arcade de 94, o resto simplesmente é fraco demais.
E a ruína do Predador chega somente depois de tudo isto com o lançamento do filme Alien vs Predador de 2004, tentando dar mais um passo na briga entre as duas raças, o filme não conseguiu ser nem metade do sucesso que cada série era separada.
Pessoalmente eu gosto deste Alien vs Predator, acho que faltou muita coisa e ainda fico confuso quando vejo um Predador ajudando uma humana apenas porque viu coragem nela e depois marcando-a com um sinal de honra entre sua raça, mas isto não é o que deixa o filme ruim, a fotografia está muito bonita, os efeitos especiais são dos melhores, a historia mesmo tendo furos e tentando nos convencer de coisas absurdas ainda é bem bolada e os personagens humanos são bem legais, eles não chegam a ser carismáticos ao ponto de sentirmos dó deles em certos momentos, mas pelo menos podemos nos preocupar com eles.

Em 2007, os irmãos Strause nos presentearam com uma das obras mais estúpidas de todos tempos, e não bastava simplesmente destruírem a historia dos Aliens, eles ainda tinham de acabar com a historia do Predador. Acreditem quando eu digo que o caçador é o personagem mais carismático do filme, e olha que ele só consegue rugir e fazer estalidos de caranguejo com as presas, no entanto seu visual é muito bacana e sua atitude é mais digna de um legítimo Predador do que o do filme anterior. Mas e se esse fosse o único ponto positivo no filme? Porque é exatamente isso que se salva nessa bomba.
O primeiro erro que os diretores fizeram foi mostrar o planeta dos Predadores. Acredito que este deveria ser mostrado apenas em um filme solo da criatura, pois eles não tinham o menor direito de fazer uma revelação dessas em um filme tão medíocre e que ainda por cima não fazia jus a nenhuma das raças.
Os humanos são tão desprezíveis e estúpidos neste filme que ficamos torcendo para que eles morram rápido e não sobre nenhum para que possamos pelo menos acompanhar todo o resto da trama pelos olhos do Predador (mas é claro que isso não acontece).        
Toda a trama se passa em uma cidadezinha do interior onde os caipiras nem sabem que o que está matando a população são alienígenas, o que nos faz lembrar daqueles filmes Trash de carnificina onde surgem monstros do nada e dizimam a população do Texas em meia hora e no final resta apenas um único sobrevivente canastrão que fuma compulsivamente e solta piadinhas infames sobre os monstros.
Diferente do primeiro, a fotografia deste parece amadora, com uma iluminação quase nula e os piores ângulos que se possa imaginar.
E foi justamente em Aliens vs Predator Requien que o maior caçador do universo sofreu sua pior humilhação, entrando instantaneamente nesta postagem que se fosse feita a quatro anos atrás aqui (ignorando o fato de que o blog não existia) estaria tratando apenas do Alien.
Em 2010 lançaram um projeto que estava arquivado ha anos, Predadores, eu ainda não assisti, mas soube que não é ruim, mesmo que um dos predadores seja morto por um cara usando uma Katana, e para uma raça que peitou o Arnold Shwarzenegger ser morta por uma espada tem que estar passando por uma época difícil mesmo.

  


E agora falando do lado mais prejudicado da historia.
Começo falando que Alien é prejudicado desde seu segundo filme Aliens ou Aliens: O Resgate no Brasil.
Quando Ridley Scott teve vontade de criar o primeiro filme em 1978, ele queria algo mais próximo de uma obra de arte viva, por isso se impressionou com os trabalhos do misterioso e excêntrico H.R Giger que desenhava em um padrão do qual o diretor quis colocar em todo seu filme. A ideia deu certo e se compararmos desde os cenários até o próprio Alien podemos perceber que são como um quadro do Giger em vida e movimento.
O primeiro filme narrava a historia de sete tripulantes e um gato que estavam a bordo do cargueiro Nostromo em curso para o planeta Terra, durante a viagem, a nave recebe um chamado desconhecido de algum canto do universo e os tripulantes decidem averiguar para saber se não se trata de um S.O.S, descobrindo assim um planeta chamado LV-426. Ao explorar este planeta, um dos passageiros é impregnado por uma criatura que se abrigava dentro de um ovo encontrado nas ruínas de uma nave alienígena. Uma vez de volta a Nostromo, o infectado acorda depois de algum tempo e acaba morrendo quando um ser semelhante a uma serpente destrói seu tórax ao nascer. A criatura cresce rapidamente se tornando um ser terrivelmente forte e inteligente que começa a matar um a um os tripulantes da nave... exceto Sigourney Weaver... mas quem não sabe que assista ao filme, ele é tão bom (pessoalmente acho melhor) quanto Predador.   

O flagelo de Alien começa logo no segundo filme, e mesmo que metade dos fãs estejam divididos entre estes dois a continuação dirigida por James Cameron é inegavelmente diferente ao ponto de ser mais um filme de ação do que de terror.
Nunca vou dizer que Aliens: O Resgate é um filme ruim, só o Alien é ruim neste filme. Se você conhece os Aliens como criaturas anorexas que correm em quatro patas, morrem com qualquer coisa, burros pra cacete, devotos a Rainha Alien e que são vistos como uma praga que vem aos milhares então você conhece o padrão de Xenomorfo criado por James Cameron, não apenas isso, temos também os Fuzileiros Coloniais (Marines), a Weyland-Yutani Corporation, Rainha Alien, Alien Warrior, Rifle de Pulso e muitas outras coisas que serviram de ícones para a franquia e que simplesmente encobriram o trabalho mórbido e claustrofóbico de Ridley Scott, mantendo da arte do H.R Giger apenas o próprio Alien, que fora reduzido a uma espécie de animal insetóide que age como um zumbi extremamente ágil.
Em Aliens: O Resgate o que mantém o filme como uma obra prima são os personagens, todos são muito bem explorados e a ação não deixa nem um pouco a desejar. Destaco como um dos maiores ícones da série a personagem de Sigourney Weaver, tenente Ellen Ripley com a pequena Newt agarrada a seu pescoço enquanto segura um Rifle de Pulso e usa um cinto de granadas.

O segundo filme popularizou os Xenomorfos de uma forma incrível, mesmo destruindo a atmosfera criada por seu autor original, mas então tudo aquilo que a franquia Alien representava começou a desmoronar de uma forma devastadora, começando pela imagem do Alien que foi se tornando a de uma criatura cada vez mais patética, e, Alien 3 veio para estragar a bela historia do segundo e tornar Ripley motivo de dúvidas e até piadas, sendo esta "mãe" de um alienígena que ainda estava para nascer. De acordo com a historia, Ripley havia sido estuprada por um Facehugger (criatura semelhante a uma aranha que libera o embrião de Alien no hospedeiro pela garganta) e no final se suicida para não ser capturada e estudada.

Ignorando tudo o que já havia sido mostrado, a série Alien continuou em 97 de forma esculachada e mal feita.
Ripley é clonada sem razão nenhuma (e sem sentido... ela se joga em uma caldeira de ferro derretido em Alien 3) e junto do clone o alienígena que estava em seu ventre vem junto (WTF?), mas como a clonagem não é perfeita, parte dos DNAs são trocados e Ripley vem com sangue ácido e instinto de predadora e a Rainha que estava em seu tórax (sim era uma Rainha) nasce com um feto, que da a ela a capacidade de ter filhos.
Os efeitos especiais deste filme são muito bacanas e impressionam até hoje, tirando os ovos de Aliens que parecem feitos de pudim, a movimentação das criaturas ficou bem legal e temos a chance de ver alguns nadando, o que vale muito a pena, a cena é bonita e angustiante.
Quanto aos personagens... a Ripley ta uma porcaria, toda a sua humanidade foi tirada, ela é sádica, vazia e sem graça, o que decepciona os fãs da personagem, deram um jeito de colocar Winona Ryder no elenco, o que não ajudou muito pois a moça fez uma atuação no máximo aceitável, os outros personagens acabam sendo extremamente secundários e cansativos, os Xenomorfos não estão de todo burros, mais ainda sim bem longe do que foi mostrado em 78.

E agora o assunto entra em dois filmes citados acima, porém de uma visão diferente, esta é mais suja...

Com a chegada de Alien vs Predador, vários fãs puderam presenciar os tão amados Xenomorfos sendo tratados como animais burros de uma forma jamais vista. Cães de caça dos Predadores? Teste para o caçador provar sua força? Serpentes? Que merda é essa?
Não importa se um único Alien consegue matar dois Predadores (o que é impossível), o bicho se tornou apenas uma praga mais uma vez, agora povoando uma piramide soterrada, os Aliens parecem ser apenas um estorvo para os Predadores, um empecilho para os humanos ao longo do caminho (mesmo que a maioria morra por ataques de Aliens) e a Rainha foi transformada em um T-Rex. Mais nada a declarar.

Aliens vs Predator 2
Não há muito a se dizer sobre a continuação deste filme na parte dos Aliens, tudo de ruim que poderia ter acontecido já aconteceu.
Mas vou citar o híbrido que aparece, chamado de Predalien, a criatura é praticamente uma afronta as duas séries. Eu sei que o Predalien é um personagem dos videogames, porém não podemos comparar um personagem de um jogo de tiro que visava criar motivos para o jogador sair metendo bala em Xenomorfos e Predadores e vice e versa com um filme que deveria ser fiel ao máximo as séries de origem (aliás os jogos SÃO mais fiéis do que os filmes). O Predalien aqui pode colocar embriões de Aliens em humanos usando a boca retrátil, visando mulheres grávidas para que as criaturas possam se alimentar e nascerem mais fortes, o que torna uma Rainha totalmente dispensável. Quer dizer... os diretores tiveram a coragem de levar a diante um filme cheio de defeitos e ainda por cima tornar o que deveria ser apenas uma variação mais forte em uma substituição prática e conveniente da Rainha Alien, sua aparência é mais voltada para a de um Predador do que para a de um Alien, o que é estranho já que os Xenomorfos não desenvolvem traços faciais e nem cabelo de seus hospedeiros.

Os dois monstros ainda me agradam como o que representam, seus visuais ainda são bons, quanto ao Predador, ele apenas foi reduzido a um monstro qualquer com o passar do tempo, porém sua imagem ainda impressiona e passa coragem e fúria. O Alien simplesmente se deteriorou e distanciou do que foi um dia, mesmo que ainda seja meu favorito, a única coisa que parece ter esperança é a atmosfera e a ambientização, Ridley Scott está de volta com um filme que promete trazer revelações por um lado que ainda não fora mostrado de Alien, porque até então a trama acorreu apenas no espaço, o planeta de origem e as outras espécies possíveis ainda não foram mostradas, muito menos a origem das criaturas (entendeu o que eu quis dizer com "mostrar o planeta dos Predadores foi um erro"?), agora ainda podemos esperar que os cenários voltem a ser a obra de arte que já foram um dia.
Espero não ter enchido o saco com o post, mas acho que não sou o único que pensa assim, os fãs destes dois seres sabem o quanto suas séries de origem foram bem feitas e agora veem no que se tornaram.

Até a próxima, com a resenha de mais um filme estranho.

For Fun!!
















Mais legal que o filme...