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26 de jun. de 2012

Contemplem o Mago!!

Oláááá mais uma vez, hoje tive vontade de falar da figura mais querida por este que vos fala que é... o mago!!

Sim aquele ser frágil e as vezes mostrado como um velho vestindo trapos, que na maioria das vezes consegue derrubar um dragão, mas não ganha de um simples guerreiro mesmo que este não consiga matar o dragão.
A imagem do mago me chama a atenção desde que eu era pequeno, aquele ser que mesmo preso ao corpo humano (ou de alguma outra raça mortal) consegue usar poderes dignos de deuses e até mesmo bater de frente com eles.


Na maioria das vezes, os magos são retratados como pessoas fechadas, rancorosas, orgulhosas e obscuras porque estas características sempre foram direcionadas á indivíduos que sabem coisas da qual estão além da compreensão de muitos e por isso não são capazes de confiar em outras pessoas  que, muitas vezes se mostram ignorantes ou covardes.
Claro que muitos magos foram mostrados ao longo dos tempos como personagens maus, pois assim como os dragões eles são seres que abrangem todo tipo de representação como.
Poder, Sabedoria, Conhecimento, Perdição, Controle, Escuridão, Luz, Paz, Guerra, Covardia, Coragem, Aperfeiçoamento, Mau-Agouro, Sorte etc...

Deixo aqui um vídeo muito divertido, ele é um clipe musical interpretado por Patolino, que incorpora impecavelmente um mago overpower e demonstra quantas coisas legais podem ser feitas com magia.
Este vídeo foi traduzido para o blog Gafanhoto Verde, eu não pedi permissão ao dono para postá-lo porque está no YouTube também, então achei que seria bom avisar, ele não tem direitos autorais mas mesmo assim prefiro citar a origem da tradução pois sou muito grato ao dono deste blog.^^




22 de jun. de 2012

Enquanto Puder Tomar Chá Preto, Matar Pessoas Não é Problema

Olá meus queridos leitores, eu voltei, passei um tempo sem postar nada exatamente porque estava em crise de criatividade (na verdade entrei em crise absoluta), porém estou agora mais disposto para postar minhas bobagens.

Logo no início do blog, eu fazia umas pequenas postagens sobre coisas que gostava e já me sentia satisfeito com elas, uma dessas postagens foi sobre meu mangá favorito Hellsing e eu terminei dizendo que faria mais coisas sobre este tema.

Então... decidi falar sobre os fantásticos OVAs que começaram a ser lançados em 2006. Para quem não sabe, um OVA é um episódio independente sobre algum anime, por isso é comum encontrar uma qualidade maior no produto e uma redução considerável na censura, alguns tem a duração de um filme e outros podem ser até mesmo menores do que um simples episódio. Como o anime do Hellsing se tornou uma grande decepção para os fãs, foi necessário criar uma nova sequência inteira em OVAs com história paralela a do mangá, e desta vez foi acertado em cheio, pois a nova sequencia foi muito bem aceita e algumas pessoas já até descartaram o anime original.

Uma "nova" e breve introdução a trama.
Integra Fairbrook Wingates Hellsing é uma jovem inglesa dona de uma mansão que herdou de seu pai Richard, e junto com o nome que carrega vem a responsabilidade de manter, dirigir e ocultar do resto do mundo uma organização também chamada de Hellsing, que consiste em um batalhão de soldados bem treinados para caçar e matar vampiros. No entanto, Integra também possui uma criatura extremamente perigosa e poderosa que vive nas profundezas da mansão, nada mais nada menos do que um vampiro de mais de 500 anos chamado Alucard, do qual obedece apenas as ordens da moça.
As coisas começam a ficar estranhas quando Integra percebe que vampiros de classe baixa começam a aparecer aos montes e demonstram um comportamento fora do comum, o que deixa a impressão de que alguém está criando estas criaturas em um laboratório. Através de segredos de uma organização inimiga comandada pela igreja católica chamada Judas Iscariotes uma suspeita sobre a volta de um até então extinto batalhão nazista conhecido como Millennium é levantada, e muito provavelmente uma nova guerra poderá ser iniciada, só que desta vez com vampiros formando o exército inimigo.


Com uma premissa simples e semelhante a história de um filme dos anos 80, Hellsing quebrou barreiras e se tornou sucesso mundial por motivos até mesmo estranhos, a questão é que a narrativa passa de forma rápida e direta, não deixando muito tempo para que possamos conhecer melhor os personagens  e isso nos faz ficar imaginando várias coisas sobre o comportamento deles em situações não mostradas durante a trama.

Os OVAs foram feitos com uma qualidade de animação muito superior a de qualquer anime que passe na TV aberta, mesclando no início umas doses de 3D que mais tarde foram aprimoradas, a trama continuou intacta em comparação ao mangá.

Com certeza uma das coisas que mais chama a atenção nesta história é a existência de um anti-herói tão frio, poderoso e cruel quanto Alucard, afinal de contas ele esconde um passado sombrio e doloroso, o que nos faz ficar matutando o tempo todo sobre a origem de seus poderes até então ilimitados e sua estranha devoção a Integra pois desde o início sabemos que Alucard trabalhava para Richard antes da atual líder nascer e que quando jovem, o mordomo da família, Walter C. Dornez se aliou a ele para por um fim a Millennium durante a 2° Guerra Mundial, nessa época a organização só conseguia criar Ghouls (zumbis criados quando um vampiro bebe o sangue de uma pessoa do mesmo sexo ou que não é mais virgem) e por isso foi facilmente dizimada. Durante o decorrer da história, vemos Alucard demonstrar poderes e atitudes que nos deixam sempre boquiabertos como se regenerar de mutilações, atravessar paredes, se transformar em animais, ficar imune a balas, ser obliterado e se reconstituir de restos de sangue entre outras façanhas cabulosas. Em contraste com tudo isso, ainda podemos ver o vampiro demonstrando sentimentos que as vezes pareciam ter morrido junto com sua humanidade no início de sua segunda vida, como a vontade de dar uma segunda chance de seguir em frente para a policial Celas Victoria transformando-a em vampira depois de lhe dar um tiro no peito para matar um vampiro que a fazia de refém, Alucard também demonstra incapacidade em fazer algum mal a Celas, que agora é sua serva por livre e espontânea vontade (já que para ser uma vampira completa e livre ela só precisa beber sangue), em alguns momentos ele parece se irritar com a garota, mas sempre se conforma com o jeito que ela ainda vê as coisas, quando se lembra de seu passado costuma chorar sangue involuntariamente.E para que isso não vire uma lista longa e chata, é curioso ver como ele admira os humanos, dizendo que apenas humanos podem derrotar os monstros, um dos motivos pelo qual obedece a Integra tão fielmente é que depois de 30 anos ressecado, Alucard foi reanimado pelo sangue da mesma quando ela ainda era uma criança e logo percebeu que ela seria uma pessoa poderosa e determinada, o que me leva a crer que boa parte de sua devoção seja por admiração e a outra por Integra se parecer muito com uma certa pessoa pela qual Alucard já fora apaixonado quando humano.

Entre figuras cômicas e divertidas, Hellsing ainda consegue passar alguma seriedade, não por mostrar sangue por toda parte mas sim por retratar um insano Major Montana, comandante da Millennium de forma tão intensa, eu sempre me arrepio ao ler o seu discurso sobre como ele ama a guerra, isso me faz vê-lo como uma máquina assassina, mesmo que seja baixinho, fraco e obeso, seu exército não se limita a penas vampiros comuns, temos outras aberrações como o onipresente Shrodinger ou a vadia tele-cinética da Zorin Blitz.

Já que citei o fato de Hellsing ter sangue por toda parte, porque não falar do quesito "violência" na obra. Bom, pra quem viu Elfen Lied e acabou se acostumando com as mutilações de forma que isso pareceu normal mais tarde, devo dizer que Hellsing leva isso muito menos a sério, vemos personagens perderem membros sem que as veias estiquem ou os ossos fiquem a mostra, o sangue voa como suco de tomate e todos parecem sentir um décimo da dor que deveriam realmente estar sentindo, eu na minha opinião acho isso muito divertido, é quase impossível ficar arrepiado com as mortes em Hellsing porque elas são assustadoramente anormais, beirando o cômico.

Trilha sonora, efeitos de ambiente e dublagem foram levados totalmente a sério, se havia algo que o anime tinha como trunfo era a equipe de dublagem e a galera que trabalhou nos OVAs conseguiu levar as mesmas vozes para o projeto maior, as músicas são próprias e grandiosas, curiosamente toda a trilha sonora de Blues que havia no anime não combinaria com os OVAs.
Cada personagem em Hellsing tem uma voz única e muito bem encaixada, fora a dublagem japonesa, destaco a versão em inglês que dá um show a parte.


Toda a atmosfera é sombria, os tons de vermelho são bem explorados também, os personagens são completamente desproporcionais, tendo mais perna do que tronco e cabeça juntos e os braços esticados até a altura dos joelhos (se estes não estivessem mais em baixo), isso os deixa meio desengonçados quando estão simplesmente andando, porém é muito bacana vê-los em combate, seus movimentos ficam com um charme único.


Hellsing se tornou minha série favorita por vários motivos, um deles é que ala não precisa de trilhões de capítulos para me fazer sentir apreço pelos personagens ou pelo ambiente (Inglaterra 1999) em que a trama passa, claro que gosto de muitos trabalhos que tem trilhões de capítulos, mas admiro muito a falta disso em Hellsing, outro motivo que levo bem em conta é que gosto das personalidades apresentadas, algumas características se repetem em vários personagens como as luvas e óculos, mas isso se torna um detalhe com o passar do tempo, nenhum mordomo vai ser tão legal quanto o Walter (e sim, ele chuta o traseiro do Alfred) e nenhuma mulher durona que se veste com roupas de homem vai ser tão legal quanto a Integra, isso porque suas personalidades e características são bem trabalhadas e embora não se desenvolvam muito ainda sim podem agradar qualquer fã pela série toda.


Até agora existem 9 OVAs, e com certeza estão trabalhando no décimo (e último) para que ele saia ainda esse ano. 


Para encerrar o post deixo uma luta entre Alucard e o nazista geneticamente alterado Tulbalcain Alhambra 
no Rio de Janeiro, se você for menor de idade não recomendo esse vídeo, assim como para pessoas que se impressionam fácil ou não gostam de ver sangue.








20 de jun. de 2012

O lado negro da Disney...

   Não, isso não é uma Creepypasta apesar do nome kkk.   Eu tive a ideia de fazer esse post quando por  algum motivo me lembrei do filme O Corcunda de Notre Dame e cheguei a conclusão que apesar de ser uma animação da Disney, ele retrata alguns assuntos bem pesados como descriminação e religião. Até mesmo quando o juiz Frollo canta sua canção "Hellfire" (Fogo do inferno), podemos ver a forma da cigana dançando nas labaredas, o que é uma metáfora do desejo intenso que Frollo sente por ela. Isso torna de longe, O Corcunda de Notre Dame, a animação mais sombria da Disney, não tanto que nem o livro, mas o suficiente para um desenho infantil.            Mas não acaba por aí. Esses dias eu assisti outro filme que havia visto na infância mas não me lembrava direito. Este é: "The Black Cauldron" (O Caldeirão Mágico). Esse filme deu um trabalhão pra Dysney na época. Tanta coisa deu errado que nem vale a pena mencionar aqui. Tudo o que vou dizer é que esse filme foi a animação mais cara que a Disney já produzira e as críticas desceram o pal no filme. Tudo porque o tema era sombrio demais. De um certo modo eles tinham razão, olha só para o Vilão da história:                      




Enfim, esse é o Rei de Chifres. Sua meta era encontrar um caldeirão negro que possuía a alma do feiticeiro mais maligno da história para criar um exército de mortos vivos e dominar o mundo. Tudo isso em plena idade média, no maior estilo Dungeons & Dragons. Bom, eu vi o filme, ainda possui varias fórmulas infantis, tipo o herói, a princesa e o animalzinho de estimação, que nesse caso é uma porquinhas com poderes mágico. Tem até o animal falante de espécie desconhecida que ajuda na busca. Mais tenho que admitir que possui algumas cenas tensas que deram ao filme a classificação PG (talvez não recomendada para crianças), a primeira animação da Disney a receber tal. A animação é bem legal, bem dark, tinha até o Tim Burton no time (isso explica muita coisa rsrsrs). Mas não vou dizer que é um filme excelente pois a direção possui cortes muito grotescos e o roteiro é meio falho. O filme arrecadou US$21 milhões de bilheteria, um fracasso de bilheteria,  pois o filme custou US$25 milhões. Esses dois não são os únicos. Tarzan também é um filme que possui alguns assuntos delicados, e a cena de  morte mais chocante da Disney, no qual Clayton morre enforcado nos cipós quando tenta va desesperadamente se livrar deles. Até mesmo ursinho Pooh possuí um visual meio triste e o burro mais depressivo do mundo. Mas não quero exagerar nos exemplos para o post não ficar muito longo. Vou deixar vocês com um vídeo que é a prova do que estou falando. Ele se chama A Torradeira Valente e esse é uma cena musical do filme um pouquinho desanimadora. O nome da canção é "Worthless" (Inútil).




29 de mai. de 2012

Femme Fatale

   Admito que quando eu era mais novo, era um pouco machista em relação a personagens femininas. Para mim, mulheres em filmes, séries, jogos, etc. deviam ser atenciosas e carinhosas, ou deveriam fazer o papel da donzelas que precisavam ser resgatadas. Bom, hoje eu penso diferente.
   Este vai ser um post sobre as mulheres mais fodas no cinema na minha opinião.

    
   Beatrix Kiddo: Também conhecida como The Bride e Black Mamba, é a protagonista representada por Uma Thurman do clássico de Quentin Tarantino: Kill Bill. Ela é uma mulher que busca vingança após seu amante e companheiro de grupo deixá-la em coma com um tiro na cabeça. Isso é resumidamente a história do filme. O interessante é quando é revelado que  The Bride era na verdade, uma ex-membro do "Deadly Viper Assassination Squad", um grupo de assassinos de elite. Beatrix é a única do grupo a conhecer "Five Point Palm Exploding Heart Technique", uma técnica capaz de matar uma pessoa em questão de segundos apenas com os dedos, ensinada por seu sensei Pai Mei. Após acordar de um coma de quatro anos, (em qual era constantemente violada) decidi entrar em uma jornada de vingança banhada de sangue contra todos os membros da Deadly Viper, no qual consegue sair vitoriosa. Acho que cortar meio mundo com uma katana e fugir de um caixão de madeira enterrado à sete palmos abaixo da terra usando apenas as mãos é suficiente para entrar nessa lista.



   Fox: Angelina Jolie é um exemplo típico de Femme Fatale no cinema atualmente. Linda e perigosa, um destes exemplos teria que entrar nesta lista. Fox é uma personagem do filme e quadrinho Wanted, escrito por Mark Millar. No filme, (quadrinho, tanto faz...) ela é a escolhida para treinar o filho do assassinho The Killer (que redundância...), Wesley Gibson. Excelente atiradora, motorista e tudo mais, é curioso saber o que pode acontecer entre ela e Wesley quando acabam virando amantes. Coberta de tatuagens, charmosa e armada até os dentes, Fox é uma personagem marcante quando se fala de mulheres "fodonas". 


   Lisbeth Salander: Essa mina toda moderna é uma das detetives femininas mais que legais já inventadas (se é que existem muitas detetives femininas). É a personagem principal na saga Millennium junto com o jornalista investigativo Mikael Blonkvist. O filme, baseado no primeiro livro da saga Millennium criada pelo falecido Stieg Larsson, conta a história de Mikael Blonkvist que após perder um caso de tentar desmascarar escândalos na alta finança, foge para uma ilha ao norte da Suécia para tentar desvendar o caso de sumiço de uma menina chamada Harriet, que está desaparecida por quarenta anos. Lisbeth é uma famosa hacker de computadores. Super inteligente e estilosa, acaba ajudando Mikael em seu caso. O motivo de ela estar nesta lista é a prova de que mexer com ela não é uma boa ideia. Vemos isso quando ela se vinga de seu guardião sadista que dava sua "mesada" em troca de relações sexuais. Após ser estuprada, Lisbeth faz o  mesmo com ele mais tarde, de uma maneira bem violenta. Não satisfeita, tatua em seu abdômen as seguintes palavras: "Sou um porco sadista, um pervertido e um estuprador" e ainda por cima o ameaça de morte se chegar perto dela novamente ou tentar remover a tattoo. Acho que já entenderam aonde eu quero chegar. Filmaço dirigido por David Fincher que na minha opinião é um dos melhores diretores atualmente, recomendo.



   Mathilda: Para fechar essa lista com chave de ouro, apresento a criança mais legal da história do cinema. Mathilda é o exemplo perfeito de crianças que vivem uma infância desgraçada. Com apenas onze anos, vive com seu pai que é traficante de drogas e sua família desvairada. O pai é assassinado junto com sua família por um policial corrupto interpretado por Gary Oldman. Mathilda consegue escapar fugindo para o apartamento de seu vizinho misterioso. Esse vizinho é Leon, um assassino profissional interpretado por Jean Reno (Muitos assassinos profissionais para um só post.). Mathilda decide se vingar. Não pela sua família inteira, mas pelo seu irmãozinho de quatro anos, o único pelo qual possuía algum tipo de afeição. Quando descobre que o tipo de serviço seu vizinho realizava, pede para morar com ele e para ele lhe ensinar suas técnicas mortais, que incluem desde facas e pistolas e até snipers. Este cede após muita insistência. É assim que começa a saga de Mathilda, vivendo do jeito como muitos moleques gostariam, desde limpeza de armas e até mesmo na realizações do serviço. Mathilda é interpretada pela famosa Natalie Portman que tinha apenas treze anos na época.

19 de mai. de 2012

O apocalipse zumbi mais famoso do momento vai parar nos consoles

   
   Este aqui vai ser o meu segundo post sobre The Walking Dead, mas agora vou falar do jogo que saiu há pouco tempo. O primeiro capítulo de cinco se eu não me engano se chama A New Day, e você não joga com o Rick como muitos esperavam. Creio que ele ainda esteja no hospital enquanto nossa história acontece.
   Em A New Day, você está na pele de Lee Everett, um homem que está indo em direção a cadeia sob acusação de homicídio. Mas tudo muda quando sofre um acidente de carro e percebe que está cercado de criaturas sedentas de sangue e loucas para arrancar um pedacinho dele.
   O que mais surpreendeu a todos, foi o fato do game não ser um "Left 4 Dead 3", e sim um simples point n' click (Aqueles jogos em que o ponteiro do mouse faz praticamente todas as ações). Na minha opinião, assim é bem melhor, porque o jogo fica mais focado nas condições psicológicas dos personagens ao invés de entretenimento que se baseia em cabeças explodindo. Mas não se engane, o jogo está recheado de momentos em que você precisa pensar rápido para sobreviver.
   Outro ponto interessante é que as escolhas que você faz durante o jogo pode alterar a opinião dos outros sobre você ou como estes se comportaram com você ao decorrer da história. 
   Os gráficos não lá tão detalhados, mas isso pode ser considerado um charme, pois dá a impressão que você está jogando dentro de uma revista em quadrinhos, como pode ver na imagem ao lado. E como o jogo está dividido em vários capítulos, aumenta ainda mais a sensação de você estar acompanhando uma série totalmente nova.
   Outro detalhe divertido que me chamou a atenção é que durante nossa história, você encontra personagens já conhecido pelas hqs ou pela série. Estes são o fazendeiro Hershel e sua família e o queridinho Glenn, o carismático entregador de pizza coreano.
    Emfim, é um jogo altamente recomendável para quem é fã da HQ,  mas não muito para os que esperavam a típica ação interrupta e sanguinolência de outros jogos do gênero. 

  

15 de mai. de 2012

Nas Garras do Destino

Olá a todos, como já faz um tempo que não dou as caras por aqui, decidi falar de um Anime, coisa que deixei um pouco de lado no blog.

Antes de mais nada, quero agradecer a todos os meus amigos que me apoiaram e incentivaram a minha jornada em busca de uma publicação na Shonen Jump. Pois a todos vocês que de alguma forma demonstraram que torcem por mim, seja por meio de um simples(mas valioso) "gogo entrar na Jump!!" do Lucas Garibaldi, um grande poema (clique) dedicado a todos os desenhistas feito pelo meu velho amigo Caio S. Cordeiro (me incluindo na lista de homenagem), a incentivação da guria retardada que eu tanto amo mas não vejo há meses, e a todos que conversam comigo diariamente e sempre me desejam sorte, digo com orgulho que nosso projeto está rumando a passos vigorosos, e que se as coisas continuarem desta forma eu e Carlos conseguiremos sim publicar na Jump, então... obrigado, pois cada incentivo funciona como uma dose de combustível para que eu desenhe com mais gosto ainda. Aí vocês vão ter que me aguentar fazendo O mundo do autor 5,6,7,138...

Indo a postagem que é o que interessa agora.
A bola da vez será um dos maiores sucessos da Clamp.

                                                             xxxHOLiC




Holic é uma série de mangás que foi lançada praticamente de forma paralela a Tsubasa, da qual eu não vi ainda, ambas as historias se passam não apenas no mesmo mundo como também seus eventos são simultâneos, o que faz com que alguns personagens de ambas se misturem as vezes, porém isso acontece apenas com o mangá.

Watanuki Kimihiro é um rapaz sério e atrapalhado com cara de nerd que por algum motivo estranho consegue ver fantasmas e atraí-los com a mesma intensidade que um cara gordo e suado atrai zumbis durante uma infestação.
Durante o assédio de alguns espíritos inquietos, Watanuki acaba chegando em uma estranha residência, seguindo em direção a entrada sem exatamente saber porque suas pernas não obedecem a seu comando de dar meia volta e cair fora.
Mais tarde vem a descobrir que o lugar se trata de uma loja, sua proprietária Ichihara Yuuko, é uma enigmática feiticeira, acompanhada por suas ajudantes gêmeas Maru e Moro a mulher barganha a sorte e o destino de outras pessoas que assim como Watanuki entram no estabelecimento sem nem ao menos saber para onde estão indo.
De forma quase que obrigatória, Watanuki acaba barganhando com Yuuko seu dom de enxergar espíritos em troca de serviços para a proprietária até que isto equivalha a um preço equivalente.
A cada dia que passa na vida do jovem estudante desde então, coisas bizarras e curiosas começam a acontecer, cada cliente que entra na loja traz consigo algum tipo de cina, dom ou maldição do qual é resolvido no final de forma simples ou até mesmo levando o indivíduo a morte. Aos poucos, outros personagens relacionados a Watanuki começam a entrar na trama, como o distraído Shizuka Doumeki, do qual o jovem nutre rivalidade e seu interesse amoroso Himawari Kunogi, estes dois são do mesmo colégio que o protagonista e exercem funções espirituais importantes no decorrer ha historia.
Não poderia falar de uma obra da Clamp sem falar do Mokona, pois é em Holic, além de referências a outros mangás da série como Chobits ou X1999, este bicho estranho pelo qual as Otomes piram também participa do elenco principal, fazendo uma ligação com o Mokona de Tsubasa, fora isto ele é chatinho e barulhento, porém não tem uma voz irritante, o que o torna aceitável e as vezes até mesmo engraçado.

Com uma arte ousada que beira o abstrato e faz os personagens parecerem manequins vivos, Holic chama a atenção exatamente por todos os detalhes visuais, que na minha opinião são o grande charme do desenho (se você é daquelas pessoas que ficam de mimimi dizendo que Anime não é desenho, saiba que está tentando se convencer de algo tão controverso quanto a velha historia de que peixe não é carne). É engraçado ver que enquanto tantos Animes começam a incluir 3D conforme o tempo avança, Holic usa o 2D de forma criativa e extremamente a seu favor (não tanto quanto South Park, claro) para que fique mais semelhante ao traçado do Mangá.
Yuuko a esquerda
Enma Ai a direita
A abordagem da trama realmente é diferenciada de muitas outras que já vi, centrando em crendices e lendas antigas orientais sem apelar para o exagero ou sem ter que desviar a proposta que o ambiente retratado oferece. Nesse caso, assim como Jigoku Shoujo, Holic é mais um destes Animes que assistimos e não conseguimos mais parar mesmo que seus acontecimentos (pelo menos no início) pareçam isolados. Aliás por falar em Jigoku Shoujo... foi só eu que percebi que a Yuuko parece uma versão adulta da Enma Ai?


Holic também conta com um elemento muito bem vindo que é o humor, porém é um humor um tanto quanto diferente, sendo que ele se sustenta mais para o lado do protagonista Watanuki, que, como foi dito antes é um cara muito atrapalhado e ainda por cima azarado (seu azar tem uma explicação, porém não vou dá-la), então podemos esperar cenas engraçadas que surgem de seus encontros com espíritos, sua forma desengonçada de se mover quando está nervoso ou até mesmo sua ótima dublagem oriental cheia de balbuciados e os mais variados sons de frustração, no entanto eu não sei como é Holic dublado portanto não posso dizer se o desenho perdeu ou não este detalhe na versão brasileira.

A trilha sonora é muito boa, cumpre perfeitamente bem seu papel e consegue fazer um clima mudar rapidamente de humor para tensão e quem sabe até mesmo terror, a abertura da primeira parte é uma das melhores que já vi, tendo uma musica muito viciante e divertida chamada 19sai(juu-kyuu-sai).

O mangá de Holic (ou xxxHOLiC, ou não vi porque manter os xizes durante o post) teve apenas uma unica sequencia, seu título teve uma leve mudança depois de um certo volume porém voltou a ser o que era mais tarde e terminando junto de Tsubasa, o anime foi duvidido em duas temporadas, a primeira xxxHOLiC e a segunda xxxHOLiC Kei, ambas vieram antes de um filme de estréia chamado Sonho de uma Noite de Verão.

Para encerrar a postagem deixo a já mencionada abertura da série, espero que tenham gostado. Até a próxima.